É isso aí, amizade!

Hoje fiz uma coisa que nunca tinha feito no Facebook: desfazer a amizade com alguém. O que, é claro, me fez pensar sobre.

Antes das redes sociais os contatos eram guardados em uma agenda (que até era de papel antes do Orkut) e a gente só olhava pra eles quando lembrava que precisava acioná-los por algum motivo. Escrever isso me fez pensar: o que era legal quando as pessoas eram apenas contatos – e não ficava-se sabendo de cada coisa que a pessoa fazia – era que eu preservava na lembrança a pessoa que eu julguei ser importante a ponto de incluí-la como contato. Meus contatos moravam em algum lugar carinhoso em meu coração (e na agenda) e eu não sabia que elas tinham votado no outro candidato, que elas consideravam burro quem pensasse diferente, que elas tinham problemas. É claro que se sabia que as pessoas tinham problemas ou diferenças escandalosas de modo de pensar, mas isso não ficava se exibindo a todo momento e estes defeitos podiam até mesmo ser desconsiderados. Os problemas só eram identificados quando se entrava em contato com a pessoa. E isso era mais raro. A palavra raro aqui pode ser aplicada no mesmo sentido que o ouro o recebe. Assim se encontra o valor no encontro e na troca de informações.

A maioria das pessoas é uma construção nossa. Toda a vida dela existe dentro da nossa invenção. Se conhece-se uma pessoa na época em que ela está profundamente triste ou brilhando alegria vá se construir uma imagem que tenha a ver com aquele momento. As pessoas mudam.

Uma pessoa que foi considerada amiga há muito tempo não é a mesma pessoa de hoje. Não existe problema nenhum nisso. Mas ninguém é obrigado a ser amigo de ninguém. De boa, relax.

Iso posto, vou deixar de seguir todo mundo no Facebook. Eu prefiro saber da vida de vocês quando os encontrar. Contato é para trocar informação – não receber sem requisitar. Agradeço que me entendam.

Progressos dos testes com SVG

Este texto é uma continuação deste.

Criei um repositório no GitHub para manter as versões organizadas. Vou fazer aqui uma lista de backlog para eu não me perder no projeto. Na real já deturpei um pouco a primeira intenção. Mas o que importa é o desgoverno do avanço epistemológico. Affe…

Acabei criando também um kanban no Trello. Puxa vida, que rapaz mais organizado.

Mas o maior avanço deste tema aconteceu hoje durante uma conversa com meu primo Marcel. Marcel é professor de matemática na Universidade Federal do Pará. Perguntei pra ele sobre a existência de alguma solução para criar as curvas fechadas simples – que elas não fossem do tipo não-simples. Ele não sabia. Mas fomos conversando sobre o assunto e a conclusão que cheguei com a ajuda dele foi que melhor será não trabalhar com o desenho, mas sim com as formas. Fazer um amontoado de formas para montar as que eu quero. Um número de formas pré-definidas que fossem alteradas em sua escala, deformação horizontal e vertical, rotação. Depois seriam amontoadas e soldadas. Como na imagem destacada desta publicação.

Coloquei um novo estilo para citações – como pode ser visto abaixo. Acho interessante usar os formatos de postagem do WordPress para diferenciar as postagens… er…

Inclui algumas linhas no CSS do estilo. Acho que isso pode dar uma cara mais interessante para o site.

Preciso lembrar de salvar este CSS depois de alguma forma para se algum dia eu precisar mudar de tema. Provavelmente isso fica gravado no banco, ou sei lá onde. Não vou procurar agora…

Alterei o tema

Pronto, agora usando um tema oficial do WordPress. Descobri que o Openness só oferecia suporte a formato de publicação para a versão Pró. Até parece… Voltando a usar o Twenty-sixteen, agora com um hack para arrancar as bordas. Vamos ver…

O hack foi encontrado aqui, mas não funcionou 100%… Vou arrancar na unha mesmo – no arquivo styles.css.


Não precisei arrancar na unha. Coloquei no styles a solução apresentada aqui. Funcionou.